Já podemos ouvir ‘A Menina e a Estrela’!

Adoro!

Voz de Nuno Meireles.
Referência obrigatória 🙂
Conto de Yvette K. Centeno (publicado em "Lendas e Bruxarias", 2017), lido por Nuno Meireles.
Disponível em https://www.amazon.co.uk/Lendas-Bruxa...

A sinestesia na poesia

Em um mini conto da Yvette Centeno. Um pouco a propósito do post anterior, Alfabeto colorido.

Um conto que me evoca aqueles momentos em que sinto estar perto de compreender quem vive num mundo muito próprio, num espectro especial. Este mini-mini conto bem poderia ser em tons de azul.

Era um menino especial: olhava, mas não falava.
Em cada palavra vista descobria algum sentido. Sentidos que tinham cor e ele não dizia a ninguém. Olhava, mas não falava.

Na cor que ninguém sabia estava todo o seu dizer.

REFERÊNCIA:
Blog Escrita Criativa | Mini-mini contos: O Menino.
de Yvette K. Centeno
Post às 4:22  do dia 6 de setembro de 2018.
edição: Glaciar, novembro de 2019
isbn: 9789898950260

O dia de hoje, que afinal foi ontem.

Escrito há algum tempo atrás pela Yvette K. Centeno, como expectável. Genial.

Fim de ano

Saio

a ver o mundo

um mundo

que se tornou pequeno

vou ali até à esquina

e já venho!

 Yvette K. Centeno, Poemas com endereço (2010-2028)

REFERÊNCIA:

Entre Silêncios |Poesia 1961-2018
de Yvette K. Centeno
edição: Glaciar, novembro de 2019
isbn: 9789898950260

Definições

Poema que deu origem ao nome desde site. Da genial Yvette Centeno.

Poema que deu origem ao nome desde site. Da genial Yvette Centeno.

A vida

Diria melhor o tempo?
Mas não
não era o tempo
era a vida
um somatório de tempos
e de espaços
 
a vida estava agora
de tal modo concentrada
que pouco lhe sobrava
ou mesmo nada

Referência:

Entre Silêncios |Poesia 1961-2018
de Yvette K. Centeno
edição: Glaciar, novembro de 2019
isbn: 9789898950260


Poema online: https://viciodapoesia.com/2010/12/16/quem-nao-recorda-nao-vive-tavira-e-3-poemas-de-yvette-k-centeno/#comments.

Bons ciclos de 10 anos.

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Para a Moriae, foi algo que a minha inspiradora amiga me dedicou há 10 anos e uns dias.

Uma leitora pede-me algumas informações que aqui lhe deixo, completando o comentário que acrescentei ao post dsobre Marcel Robelin, artista cuja obra tem dimensão simbólica, é certo, mas nada que o aproxime de qualquer matéria ocultista mais directa.
Moriae pede-me que diga alguma coisa sobre o Tarot.
Deixo-lhe antes indicações bibliográficas:
Stuart R. Kaplan, Encyclopedia of Tarot, que tem uma informação muito completa sobre a história e as leituras possíveis do Tarot.
E a seguir praticar, com algum dos Tarots disponíveis.
Com o tempo chegará à conclusão de que o sentido das cartas, ou da carta, vai sendo revelado com a prática de leitura e com o tempo.
Na realidade, por muita curiosidade de antecipação que se tenha, é o tempo que nos organiza a vida e o destino.
Já no Padre António Vieira podemos ler, no cap. I da História do Futuro que no tempo existem dois hemisférios, um (superior e visível) contendo o passado, outro ( inferior e invisível) contendo o futuro, e é “no meio de um e outro que imos vivendo, onde o passado se termina e o futuro começa”.
O que quero dizer é que nestas aventuras da alma não é tanto de adivinhação nem sequer de contemplação que se trata, mas sim de imaginação.
Sem desprimor para essa Folle du Logis, pois é da capacidade de imaginar que resulta o que tem havido de melhor e mais avançado, na arte como na ciência.
E ao menos por enquanto o exercício de imaginar é livre, e isento de imposto…”

Posted by Yvette Centeno at 2:18 PM @ Simbologia e Alquimia